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Namore para valer

Alguns, quem sabe, vão achar que o que vou dizer em seguida é antiquado, ultrapassado, caído, #fail. Mas eu encaro. Afinal, estou amparado na Palavra de Deus!

Talvez porque eu namorei e ainda bamoro uma  mesma menina,  (por 64 anos!) eu penso que todo namoro deve ser levado a sério. Geralmente começa com uma amizade especial, que evolui para um amor apaixonado e promessas… Se é amor verdadeiro, ainda que inicial e a confirmar, não começa hoje com uns “amassos” (e mais) pensando que amanhã poderá ser com outro ou com outra. (Seria isto o que a turma chama de “ficar”?). 

Não estou dizendo que os namorados têm que se casar, obrigatoriamente. Namoro é como um ensaio, ensaio de um dueto que promete ser muito lindo. Não se ensaia por ensaiar, sem perspectiva de uma apresentação. 

No ensaio os dois afinam ou não. Se não afinarem, se não se conseguirem a desejada harmonia, é melhor cancelar o concerto. Mas sem brigas, sem traumas, se possível! Todavia, começando bem – como eu disse, por amor e com oração, a tendência é afinar. 

Quando eu digo ensaiar, refiro-me ao crescimento do amor, do relacionamento, e às descobertas relativas à personalidade, aos valores, às prioridades, aos planos e à fé um do outro. Não inclua aqui (nesta fase) o que todos mais querem: sexo. A união sexual é tão séria, tão envolvente, tão comprometedora, tão exclusiva, tão boa, que Deus a reservou para o casamento!  Então, e somente então, “deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Gn 2.24. Repetido por Jesus em Mt 19.5). Homem, mulher, deixar, unir-se, tornar-se uma só carne… Cada palavra é importante!

Não quero terminar sem dizer uma palavra aos casados, sejam recém-casados ou casados há muito tempo, como eu: Namore sua esposa (seu marido). A familiaridade, o conhecimento crescente (muitas vezes decepcionante), a rotina e o desgaste conspiram contra o amor, o afeto, o romance, o próprio casamento. Não deixe acontecer!

Palavras mágicas e salvadoras: Fé, paciência, altruísmo, compreensão, afeto, carinho, humildade, perdão, abraço, beijo, sexo… e “Eu te amo!” 

Que coisa! É preciso dizer aos jovens namorados, ainda solteiros: “Ei, não abracem tanto! Não…”  Mas, ao que parece, aos casados, muitas vezes, é preciso dizer o contrário: “Ei, conversem mais, abracem mais, beijem mais, façam mais sexo!”  (I Co 7.3-5).

E não interprete fora do contexto e erradamente as palavras do Eclesiastes: “Há tempo de abraçar e de afastar-se de abraçar…” (Ec 3.5). Nem cante fora de hora e contexto esse verso antigo: “… tu no teu cantinho, e eu no meu!” 

Deus abençoe seu namoro!

Pr. Éber Lenz Cesar, que namora Márcia Sathler há 64 anos.

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