Devocional 7
As histórias de #Natal são muito conhecidas. Por isso mesmo nem sempre paramos para refletir sobre o que elas nos ensinam. As celebrações costumam valorizar mais os enfeites, as reunIões de família, os comes e bebes, a troca de presentes… Tudo isso tem o seu lugar, mas a lembrança do primeiro Natal deve encher nossos corações de alegria, louvor, gratidão e novos propósitos.
Já recordamos as histórias de Zacarias e Isabel e de José e Maria. A história do nascimento de Jesus, claro, é a mais importante.
Por força de um recenseamento, José e #Maria tiveram que viajar de Nazaré, na #Galileia, para #Belém, na Judeia, 157 km. Por falta de lugar nas estalagens, acomodaram-se precariamente num estábulo. Nada de hospital, obstetra, quarto enfeitado, berço, cômoda, poltrona para as mamadas… Não sabemos como foi o parto, como José se arranjou. Nascido o bebê, ele o pôs numa manjedoura! Este foi o berço de Jesus, o Filho de Deus, o rei dos Reis, o #Messias, o Salvador! (Lc 2.1-7)
O anúncio.
Na época, comunicados oficiais e notícias importantes eram lidos em altas vozes nas praças por arautos do rei. O nascimento de Jesus não foi anunciado, desse modo. Diríamos hoje: não apareceu nos jornais, na televisão ou nas mídias sociais… Entretanto, seu anúncio foi glorioso! Naquela mesma noite, um anjo desceu do céu, apareceu a uns pobres e desprezados pastores nas campinas de Belém, e lhes disse:
“Eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor. E isto vos servirá de sinal: encontrareis uma criança envolta em faixas e deitada em #manjedoura”.
Como se não bastasse, juntou-se àquele anjo uma multidão de outros anjos, louvando a Deus e dizendo:
“Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem”.
Maravilhados, os pastores foram depressa a Belém e
“[…] acharam Maria e José e a criança deitada na manjedoura. E, vendo-o, divulgaram o que lhes tinha sido dito a respeito deste menino. Todos os que ouviram se admiraram das coisas referidas pelos pastores. Maria, porém, guardava todas estas palavras, meditando-as no coração. Voltaram, então os pastores glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinha ouvido e visto […}” (Lc 2.8-20).
Essa história só aparece no evangelho de Lucas. O de Mateus conta a história do nascimento de Jesus, mas com base na experiência de José, quando este soube que Maria, sua noiva, estava grávida (Mt 1.18-25). Mateus conta também que “uns magos do Oriente” (sábios, astrólogos) visitaram o menino Jesus e lhe deram presentes (Mt 2.1-12). A propósito, os presépios que enfeitam nossas celebrações de Natal mostram o bebê Jesus na manjedoura e três reis magos… Mas não foi assim. A Bíblia diz “uns magos” (não necessariamente três) e que eles encontraram o menino numa casa (não no estábulo e na manjedoura). Além disso, visto que o rei Herodes, querendo matar Jesus, “mandou matar todos os meninos de Belém e seus arredores, de dois anos para baixo”, deduz-se que o menino Jesus teria aproximadamente dois anos quando os magos o visitaram (Mt 2.11,16).
O que mais o admira nessa história? Tudo me parece maravilhoso, principalmente porque, por toda a minha vida, tenho crido que o bebê da manjedoura era e é o o Filho Deus, vindo à terra para salvar os pecadores que se arrependem e creem nele. Louvado seja Deus! “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (At. 16.31).
Éber Lenz César
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