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Ano Novo 

Os cristãos em todo o mundo costumam reunir-se em família e/ou com amigos para celebrar a chegada de um novo ano. Muitos recordam e agradecem a Deus as bênçãos recebidas no ano findo e lhe pedem o que julgam ser mais necessário e importante para o ano novo.

Recordando o que se passou, muitos pensam mais nas dificuldades que enfrentaram. Compreensível. As adversidades, principalmente as mais severas, deixam marcas indeléveis em nossas mentes.  Contudo, precisamos lembrar, com gratidão, que Deus esteve conosco, nos consolou, nos ajudou a resolver muitos problemas ou a conviver com situações difíceis que ele permitiu com um bom propósito. Como o apóstolo Paulo, podemos dizer: “Em todas estas coisas, somos [fomos] mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” (Rm 8.37). Seria mais salutar, construtivo e justo concentrar nossos pensamentos nas coisas boas que nos aconteceram ou nos foram dadas graciosamente por Deus. Lembremo-nos daquele hino antigo:

“Se da vida as vagas procelosas são / se com desalento julgas tudo vão / conta as muitas bênçãos / e verás surpreso quanto Deus já fez”. 

Entretanto, são tantas as nossas necessidades, tão grandes os desafios à frente… Temos muito o que pedir a Deus para o novo ano. Deus sabe disto e quer que lhe peçamos com fé o que julgamos ser necessário e importante (Tg 1.17).

Estou pensando, sim, em necessidades tais como saúde, trabalho, dinheiro, residência, um mínimo de conforto… Jesus nos ensinou a orar, dizendo entre outras coisas: “O pão nosso da cada dia dá-nos hoje”

Entretanto, há coisas ainda mais importantes que devemos prioritariamente pedir a Deus e buscar para o Ano Novo. São as chamadas necessidades espirituais. Os que ainda não se reconciliaram com Deus, confessando-lhe seus pecados e recebendo o Salvador Jesus em seu coração, precisam fazê-lo. E todos devemos pedir e buscar amor, paz, união, compreensão, espírito de perdão, disposição para servir… 

O apóstolo Paulo recomendou aos cristãos de Éfeso: “Longe de vós toda a amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda a malícia. Antes sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros , como também Deus em Cristo vos perdoou […] e andai em amor, como também Cristo vos amou […]” (Ef 4.31-5.2).

Precisamos curar todo ressentimento ou amargura que ainda houver em nosso coração; precisamos parar com essa mania de botar malícia em tudo, de criticar tudo e todos e de falar mal uns dos outros; precisamos ser mais gentis e mais bondosos com as pessoas, perdoando suas faltas, apreciando suas virtudes, elogiando seu trabalho. Se isto é válido nas relações de amizade e de trabalho, quanto mais no contexto familiar! Jesus disse: “Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus” (Mt 5.9). Não seremos chamados ou reconhecidos como “filhos de Deus” a menos que, decididamente, promovamos a paz na família, na igreja e na sociedade.

Precisamos todos administrar com sabedoria e prudência nossa #finanças. Não sejamos gananciosos e consumistas; não gastemos mais do que ganharmos; evitemos a todo custo fazer dívidas e tomar dinheiro emprestado. Os que têm dificuldade para administrar suas contas devem pedir conselhos a quem entende do assunto ou ler bons livros a respeito. Façamos do equilíbrio financeiro um entre outros objetivos a serem alcançados em 2026, se ainda não o temos.

Enfim, a passagem de ano é um tempo muito bom para firmar alguns objetivos. Aí estão algumas dicas. Pense em suas próprias necessidades e faça a sua listinha. Mas para valer. Muitos firmam novos propósitos… e os esquecem antes do final de janeiro… Que Deus nos ajude com a perseverança!

Pr. Éber Lenz César ([email protected])
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