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Série: Uns aos Outros. IX. “Confessai os vossos pecados uns aos outros” (Tg 5.16)

Esse versículo nos lembra da importância de reconhecermos nossas falhas e pecados diante de amigos mais chegados, irmãos e irmãs na fé, e isto para que possamos receber ajuda, aconselhamento e oração.

Não viva de aparências

Não é fácil confessar, admitir faltas e problemas. Muitos têm medo de serem julgados ou rejeitados se admitirem que fizeram algo errado que ou estão com problemas. Muitas famílias enfrentam discussões, crises e até brigas sérias, mas preferem manter a fachada de “família perfeita”. Mas essa “hipocrisia” priva os faltosos de receberem a ajuda necessária e prejudica a igreja.

Confesse, peça ajuda e oração

Imagine como seria libertador se alguém tivesse a coragem de dizer em uma reunião cristã: “Minha família está passando por dificuldades e precisamos de oração e conselhos.” 

Sendo todos cristãos e imbuídos do espírito do Senhor Jesus, haveria compreensão e amor suficientes (e conhecimento bíblico) para orar e aconselhar essa família. O próprio texto de Tiago nos lembra: “A oração de um justo é poderosa e eficaz.”

Quando esse tipo de confissão e ajuda mútua acontece regularmente na igreja, os pastores não ficam sobrecarregados, e muitos problemas relacionais, emocionais ou espirituais são resolvidos logo no começo, e não chegam a ser grandes problemas, às vezes irreversíveis.

Questões delicadas

É claro que nem tudo deve ser exposto em público. Existem pecados e situações íntimas que devem ser compartilhados apenas com pessoas de confiança, mais maduras na fé. É sempre mais prudente homens compartilharem suas lutas com outros homens; e as mulheres com outras mulheres. Mas ninguém deve carregar sozinho um fardo pesado. 

Quem tem o dom de encorajar deve estar pronto para ouvir, apoiar e orar. Às vezes, simplesmente dar atenção com um coração sensível é o maior presente que podemos oferecer a alguém.

Perguntas para reflexão estudo em grupo

  1. Você já carregou um peso emocional ou espiritual sozinho (pecado, tentação, crise no casamento, dificuldades financeiras)?
  2. Compartilhou com alguém ou preferiu manter as aparências?
  3. Havia alguém de confiança com quem você poderia ter confessado, aberto o coração para receber oração e conselho?
  4. Será que seus problemas poderiam ter sido atenuados ou mesmo resolvidos se tivesse buscado ajuda?
  5. Por que é difícil para você confessar suas falhas ou compartilhar seus problemas? Quais desses motivos o impedem?
    • “Roupa suja se lava em casa.”
    • “Não quero sobrecarregar ninguém com meus problemas.”
    • “Não acredito que alguém possa me ajudar.”
    • “Não confio nas pessoas.”
    • “Não tenho intimidade com ninguém na igreja.”
    • “Tenho medo de ser um mau testemunho.”
  1. Você acha que grupos de oração e estudo bíblico em casas ajudariam a criar um ambiente de confiança e compartilhamento?
  2. Você tem se aproximado das pessoas, mostrando interesse real por elas? Quando alguém está triste, você procura ouvir, encorajar e orar? Você guarda confidencialidade quando alguém abre o coração com você?
  3. Memorize Gálatas 6.2, João 13.34-35 e 1 João 4.21.

Éber Lenz César

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