Deus é infinito, sobremodo elevado. O homem não pode conhecê-Lo como Ele é nas profundezas do Seu ser (Jó 11.7). Todavia, aprouve a Deus revelar-Se ao homem numa medida que é perfeitamente adequada às suas necessidades pessoais. Os teólogos distinguem duas espécieis de revelação divina:
Como sabemos que a Bíblia é a Palavra de Deus?
Há provas internas e externas:
A Palavra de Deus é a nossa regra única de fé e prática.
A Igreja Católica Romana crê que a Bíblia é a Palavra de Deus, mas não a tem como regra única de fé e prática. Eles consideram a tradição oral da igreja como complemento necessário à Palavra escrita. Entendem que essa tradição incorpora verdades que os apóstolos pregaram, mas não escreveram, e que foram transmitidas à Igreja Católica, de geração em geração. As tradições, crêem, estão contidas principalmente nos decretos dos Concílios, nos escritos dos Papas e nas liturgias. A Igreja Romana tem atribuído à tradição uma autoridade igual ou até mesmo superior à que atribui à Bíblia. Ver Mr 7.7-9. As Igrejas Reformadas (Protestantes) defendem a autoridade suprema e única das Escrituras, e sustentam que elas são plenamente suficientes.
Avaliação.
Teríamos qualquer possibilidade de conhecer a Deus se Ele não tivesse tomado a iniciativa de revelar-se a nós? Por que será que o fez? Suponhamos que você esteja evangelizando. Você abre sua Bíblia e começa… Seu interlocutor o interrompe e diz: “Amigo, eu não creio na Bíblia. Para mim é um livro como outro qualquer, uma invenção de homens […]”. O que você pode dizer a respeito, construindo bases seguras e autoritativas para falar-lhe de Deus, de Cristo, do pecado, da necessidade do arrependimento e da salvação? A Bíblia é sua regra de fé (o que você crê) e prática (o que você faz)? O texto de II Tm 3.15-16 é uma realidade na sua vida?
#ConteúdoCristão
Éber Lenz César
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