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FALANDO À GEN Z. 4. Liberdade

Quem não quer? A galera então! Todo adolescente quer bater asas, cortar as amarras, ser dono do próprio nariz, dar uma de filho pródigo, aquele da parábola de Jesus…  O cara pegou a grana do pai, pôs a mochila nas costas e se mandou… Longe do pai, longe da mãe, livre para fazer o que desse na telha. Sem limites, sem obrigações, sem escola, sem horários, podendo farrear com os amigos, ficar com uma e com outra gata, transar, se desse… Podia até fumar, cheirar, injetar, ficar doidão.

Foi tudo muito irado…  no começo. Então, veio o cansaço, a saudade… Quem diria? Saudade de casa, do pai, da mãe, do irmão chato, do lar… Baixou um vazio! Pior ficou quando o bolso também esvaziou. Sem dinheiro, sem amigos! É assim o mundão…

Não queria, mas tinha de trabalhar, qualquer coisa para ganhar um dinheirinho (papai estava longe) e comer alguma coisa (mamãe também estava longe). Sem referências, sem currículo, sem família, foi muito difícil. Mas conseguiu um trabalhinho: apascentar porcos! É verdade que todo trabalho é honrado, mas aquele era muito sujo e fedido!

E não é que o rapaz se arrependeu! Pensou: “Era maneiro com o papai, a mamãe e até mesmo com meu irmão. Acho até que eles me amavam… É isso aí.  Eu vou voltar. Vou pedir perdão. Talvez papai me aceite de volta. Essa minha liberdade é uma droga de prisão.”

O papai perdoou e aceitou sim. Fez um festão. E alguém descobriu que apesar dos momentos ruins, em casa, com algumas regras, é melhor…

PS – A intenção de Jesus, ao contar a parábola do Filho Pródigo, foi ressaltar o amor do Pai do Céu, que recebe de volta e perdoa prontamente o pecador que, arrependido, para casa, para Deus… É o seu caso?

Pr. Éber Lenz César

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